advogado

Padre prefeito é alvo de cassação no interior do AM

Publicado em

Processos que pedem a cassação do mandato do prefeito eleito de Maués, Carlos Góes (PT), foram apresentados esta semana

clip_image0014

Primeiro padre eleito no Amazonas, Carlos Góes, é acusado por adversário de ter comprado votos para chegar ao poder (Márcio Silva 11/10/2012)

O prefeito de Maués, padre Carlos Góes (PT), virou alvo de pedido de cassação sob a denúncia de ter chegado ao poder as custas de irregularidades como a compra de votos por meio de distribuição de brindes em quermesse da igreja.  Carlos Góes é o primeiro padre eleito no Amazonas. O processo é movido pelo adversário dele nas eleições de 2012, Júnior Leite (PDT), que ficou como segundo colocado pela disputa da Prefeitura de Maués (a 276 quilômetros a Leste de Manaus).

Contra Carlos Góes são movidos dois pedidos de cassação em que Júnior Leite afirma que perdeu a disputa porque o padre cometeu compra de votos, realizou gastos ilícitos, caixa 2 e uso abusivo dos meios de comunicação.

Uma das ações alega, além de distribuição de brindes em quermesse no período proibido pela legislação eleitoral, que o ex-pároco doou fogão a eleitora em troca de votos. De acordo com o advogado de Júnior Leite, Yuri Dantas Barroso, a acusação é feita com base no depoimento das pessoas beneficiadas com os brindes e com a doação do fogão durante a campanha.

Fonte: A Critica

Município de Ipixuna deverá ter nova eleição para prefeito

Publicado em

Ipixuna deve ser o primeiro município amazonense no qual haverá uma eleição suplementar as eleições municipais deste ano. Isto porque, na última semana, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) barrou a candidatura da prefeita eleita, Aguimar Silva (PR) e remeteu o caso ao juiz da comarca do município, Carlos Henrique Jardim da Silva.

Aguimar Silva foi eleita com 3,4 mil votos — 51,57% — contra 3,2 mil — 48,43% — do candidato rival, Davi Farias (PSD).

De acordo com o artigo 224 da Constituição Eleitoral, deve haver uma outra eleição quando o candidato eleito com mais de 50% dos votos tiver o diploma cassado.

Procurado pela reportagem, o juiz informou que ainda não recebeu oficialmente a decisão e disse que só irá se pronunciar a respeito do caso após ter acessoaos autos.

As vésperas da eleição — no dia 6 de outubro — Aguimar Silva substituiu o então candidato, Gelzimar Saraiva (PCdoB), seu genro. Ele desistiu da disputa por acumular problemas com a Justiça Eleitoral e, segundo interlocutores, temia ser cassado após eleito.

Diante da derrota, Farias recorreu a Justiça Eleitoral para brecar a diplomação da rival. “Eles (coligação ‘Força e Coragem para Renovar’ encabeçada por Aguimar) visivelmente burlaram a legislação eleitoral”, defendeu Farias.

O advogado da prefeita eleita, Aguimar Silva, Júlio Magalhães disse que as alegações feitas pela atual gestora não passam de uma tentativa de tumultuar as eleições e garantiu que irá recorrer da decisão.

“Vencemos as eleições nas urnas. Eles estão alegando que não demos publicidade a troca de candidatos, mas como se fizemos até uma passeata mostrando aos eleitores a nova candidata? Isso é desculpa de quem perdeu a eleição”, disparou o advogado.

Fonte: Em Tempo-AM

Leia mais…

Prefeita vai à polícia denunciar ameaça de incêndio contra sua residência

Dois municípios podem ter novas eleições para prefeito

TRE pode mudar data de diplomação em Codajás

Ministério Público Eleitoral do Amazonas apresenta 81 impugnações de candidaturas com base na Lei da Ficha Limpa.

TSE ainda tem cerca de 2.800 processos de impugnações de candidaturas para julgar

87 cidades podem ter novas eleições para Prefeito