Madeira

ESTADO INCENTIVA INDÍGENAS CRIAR TAMBAQUIS

Publicado em

20091221100944tambaquiEm Matupi, distrito de Manicoré (a 230 km de Manaus), o Governo do Amazonas vem expandindo a piscicultura junto às aldeias locais, seguindo determinação do governador Omar Aziz de diversificar a modalidade de criação de peixes. A primeira experiência foi na aldeia Marmelo 2, com a instalação de uma Unidade de Observação (UO) de criação de tambaquis em gaiolas.

A atividade ainda é novidade para os índios da etnia Tenharim. O objetivo da UO é mostrar, na prática, que essa modalidade de criação é viável, e de baixo custo, visto que utiliza como estrutura básica a madeira disponível no local. Os peixes foram introduzidos na gaiola em maio do ano passado, medindo cerca de 2,5 cm.
A equipe técnica do Idam acompanhou a criação durante todo esse período, fazendo a biometria (pesagem e medição do pescado) a cada 30 dias, e, atualmente, conforme constatado por visita técnica, os peixes estão pesando em média 600 g.

Fonte: Portal do Holanda

Anúncios

Pesquisa fraudulenta é distribuída por tabloide e candidato em Lábrea

Publicado em Atualizado em

Certidão do Cartório Eleitoral de Lábrea atesta a inexistência de qualquer registro de pesquisa de intenção de votos.

Todos nós somos cientes que o dinheiro tem um peso muito grande na vida do ser humano, ou seja, dependendo ele pode fazer coisas maravilhosas como também pode fazer uma imensa desgraça. E é exatamente nesses dias de eleição  que encontramos mais aguçado o desejo por este ícone econômico chamado Dinheiro. Há uma passagem bíblica que diz: Que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, por isso os cidadão nessas épocas de Eleição se vendem e também compram votos,mas se controlássemos mais os nossos desejos com certeza teríamos um Mundo,um País,um Estado ou Município bem melhor para se viver.

O Vazos do Purus fez essa introdução justamente para mostrar o quanto é desprezível esses atos pecaminosos e que fazem toda uma população sofrer por vários anos e décadas.Também sabemos que uma pesquisa em tempo de eleição mal feita e fraudulenta pode colocar em risco o pleito eleitoral principalmente de um município onde os grupos políticos tentam manobrar este tipo de estratégia negativa e comprometedor a população.

Nesses dias em Lábrea foi distribuído por um cidadão dono de um tablóide local chamado Voz do Purus um outro Jornal chamado Alto Madeira do Estado de Rondônia, com publicação de uma pesquisa duvidosa em que foram alterados posições e menosprezando candidato Ficha Limpa aqui na nossa cidade de Lábrea, e tudo isso feito para enaltecer outro candidato que o editor do tablóide é amigo e defensor da causa eleitoral deste cidadão.

O que diz a Lei:

Resolução do Tribunal Superior Eleitoral,n:23.364,que “dispõe sobre pesquisas eleitorais para as eleições de 2012”,relator o Ministro Arnaldo Versiani,estabelece em seu artigo que as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativa as eleições ou aos candidatos para conhecimento público são obrigadas,para cada pesquisa,a registrar no Juízo Eleitoralao qual compete fazer o registro dos candidatos uma série de informações,relacionadas nos incisos l a Xl

Bom! O grupo Atitude, Transparência e mudança já, que tem como candidato Didi Dias 12 entrou com uma representação junto ao TRE e ao ministério Publico Mostrando que a pesquisa não havia sido registrada na comarca de Lábrea  o é exigido por lei Eleitoral em vigor na eleição de 2012, e que havia todas as evidencias de manipulação.

Queremos ainda ressaltar que o candidato Mabí Canizo 25 beneficiado por essa armação,imprimiu 5000 mil copias com dados desta pesquisa e distribuiu aleatoriamente pela cidade tentando influenciar o cidadão Labreense com esta fraude.

A justiça agiu rapidamente repugnando as atitudes nefastas e inconstitucional desses cidadãos que querem desiquilibrar o pleito eleitoral.Com o parecer do ministério público na pessoa do Dr. Gerson,o Juiz Eleitoral Dr. Carlos Zamith emitiu sentença com multa de 50.000 UFIR a favor do candidato da Coligação atitude,Transparência e Mudança Já!

Leiam o parecer e a sentença a baixo.

POR: Vazos Do Purus

Leia mais:

Dez candidatos a prefeito no Amazonas estão nas listas de ‘fichas sujas’ do TCU e TCE

Madeireiros de Boca do Acre se reúnem com técnicos e autoridades para achar uma saída e regularizar a atividade

Publicado em Atualizado em

O setor madeireiro de Boca do Acre se reuniu nesta segunda-feira (14) com o intuito de buscar uma solução para o problema que se apresenta. A reunião aconteceu no diretório do Partido dos Trabalhadores, por volta das 8 horas da noite, e teve a participação de profissionais do Ibama, a Câmara Municipal de Boca do Acre, representada pelos vereadores Francisco Vasconcelos (PT) e José Noronha (PMDB) e a presença muito aguardada da prefeita Maria das Dores.

 

OMISSÃO DO GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS: O PROBLEMA DO SETOR

O principal problema do setor madeireiro de Boca do Acre está sendo a informalidade, que deságua na ilegalidade dos trabalhos que são executados pelos mesmos. Segundo exposição do presidente do sindicato, Aldálio Noronha, toda cadeia produtiva está entranhada e travada, tendo que trabalhar praticamente às escondidas, tudo por conta da ausência do governo do estado do Amazonas, que não se faz presente no município, através do Ipaam, órgão que regulamenta as ações do setor primário, principalmente na área de extração e beneficiamento da madeira. Segundo Aldálio, há dez anos que o sindicato está lutando para regularizar a situação. “Já enviamos vários documentos ao Ipaam, para que o mesmo venha fazer todo o trabalho de legalização da nossa atividade, mas até agora só temos ouvido promessas e o tempo passando e agora estamos nos vendo numa situação de que o pior pode acontecer conosco. Temos que ter licença para trabalhar e quem pode nos dar isso está simplesmente omitindo-se”, explicou o presidente do sindicato. Os integrantes do Ibama explicaram que entendem a situação e lamentam que tudo isso esteja acontecendo, entretanto, o trabalho deles enquanto instituição precisa ser feito e infelizmente em fiscalizações que forem dirigidas à atividade madeireira, se as irregularidades não forem corrigidas, as decisões dentro da lei deverão ser tomadas e isso implica em apreensões de madeira, de maquinário, entre outras questões. Os profissionais do órgão reconhecem ainda que existe muita “inércia” por parte do Ipaam e por isso a situação se encontra do jeito que está.

SOLUÇÃO PARA UM POSSÍVEL CAOS

Os vereadores que estavam presentes ao encontro se disponibilizaram a atuar de forma eficiente para resolver o problema. A prefeita Dorinha disse que várias ações junto ao Governo do Estado foram feitas, com documentos sendo entregues diretamente nas mãos do governador. Porém, a gestora de Boca do Acre se colocou à disposição para a resolução da problemática, pois trata-se de mais de 300 empregos gerados indiretamente e mais de 1200 gerados de forma indireta. Ela ainda agradeceu a presença de todos e parabenizou pela união da classe. Dorinha solicitou que o Ibama desse os encaminhamentos de como resolver esse entrave da forma mais rápida possível. Ao final da reunião foi formada uma comissão que irá reivindicar junto ao Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal, pedindo que o órgão responsável atue para que a atividade seja regularizada, os empregos mantidos e a geração de renda aconteça de forma legal e saudável. A situação dos madeireiros de Boca do Acre é classificada como delicadíssima, pois como foi pronunciado na reunião, a qualquer momento o Ibama pode focar o setor numa provável ação fiscalizatória e, na situação em que as empresas se encontram, provavelmente muitos trabalhadores perderão seus empregos, por conta até do fechamento de serrarias e movelarias.

Fonte: Portal do Purus

Fotos: Gilmar Peron

Boca do Acre: atividade moveleira de está ameaçada

Publicado em

A atividade moveleira em Boca do Acre está seriamente ameaçada por conta de um ultimato dado por órgãos ambientais do país, IBAMA e ICMBio. A exigência é que as movelarias e serrarias do município apresentem a Licença de Operação e o Documento de Origem Florestal. Segundo Aldário Silva de Noronha, pequeno empresário do ramo de movelaria, artesão e presidente do Sindicato da Indústria Madeireira de Boca do Acre, esses documentos são expedidos sob a responsabilidade do IPAAM. Aldário ressaltou ainda que passado o prazo e não cumprida a exigência, uma ação repressiva já foi anunciada, chegando ao ponto de fechar as empresas que não se adequarem e isso vai significar a demissão de inúmeras pessoas. Noronha disse que desde 14 anos de idade que exerce a profissão. De acordo com ele o setor gera aproximadamente 300 empregos diretos e 1200 empregos indiretos em 34 microempresas. É um comércio que movimenta mais de 200.000,00 por mês. “Pedimos aos nossos governantes que olhe para esta classe de trabalhadores, para que possamos continuar a trabalhar e sustentar nossas famílias”, disse Aldário.

fonte: Portal do Purus, escrito por Agostinho Alves