Médico continua fazendo cirurgia sem registro legal

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Denunciado ano passado pelo jornal Voz do Purus, o médico Márlio Darza continua realizando diversas tipos de cirurgia sem o devido credenciamento no Conselho Regional de Medicina, já que não fez especialização na área. “Compadre” do diretor do hospital, Fernando Queróis o clinico geral recebe dois salários – um como cirurgião – e nos últimos tempos tem zombado tanto do CRM quanto do Ministério Público. A intervenção cirúrgica em qualquer nível só pode ser realizada por médico com especialização nesse tipo de procedimento.

Em casos extremos é compreensível que clínicos gerais façam procedimentos cirúrgicos em função da emergência, diferente da atuação do Dr. Márlio, que afronta as Leis, desafiando tanto o Ministério Público quanto o Conselho Regional de Medicina, além de submeter a risco os pacientes

Fonte: Jornal Voz do Purus

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Mujica: quem gosta de dinheiro tem que sair da política

Em entrevista à BBC, ex-presidente uruguaio fala sobre possível retorno ao cargo e diz que tráfico de influência é ‘doença’ no Brasil

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Prestes a completar 80 anos, o ex-presidente uruguaio José Mujica diz que a corrupção afeta “a todos” na América Latina, mas que “quem gosta muito de dinheiro deveria ser afastado da política”. Em entrevista exclusiva à BBC Mundo, Mujica comentou a corrupção em países como México e Brasil, e afirmou que a “vontade de ter bens materiais” não se relaciona bem com o serviço público.

“Sempre disse aos empresários: se eu souber que pediram alguma propina a vocês e vocês não me avisaram, teremos uma relação péssima. Com essa declaração, não havia abertura para que me oferecessem nada.”

“Se misturamos a vontade de ter dinheiro com a política estamos fritos. Quem gosta muito de dinheiro tem que ser tirado da política. É preciso castigar essa pessoa porque ela gosta de dinheiro? Não. Ela tem que ir para o comércio, para a indústria, para onde se multiplica a riqueza”, declarou.

Agora senador, Mujica diz que não descartaria voltar à Presidência, caso sua saúde permitisse. Dá a impressão, no entanto, de que não acredita na possibilidade. “Se eu tivesse o grau de saúde que tenho hoje, não teria nenhum problema. Mas estou quase com 80 anos, não acho que tenho idade adequada de resistir ao vaivém de uma Presidência.”

O ex-presidente falou à BBC sentado sob uma árvore diante de sua casa nos arredores de Montevidéu. O ambiente tranquilo e silencioso, que sempre disse valorizar, agora é interrompido ocasionalmente pela chegada de crianças e adolescentes à escola rural que ele inaugurou recentemente do outro lado da rua.

Ele falou sobre narcotráfico e opinou sobre governos de outros países latino-americanos. Entre elogios a sua cadela Manuela (“o integrante mais fiel do meu governo”) e comparações entre o mate argentino e o uruguaio, Mujica disse ainda que não considera ocupar um cargo internacional.

“Acredite, para mim seria uma tortura. Não sou afeito ao protocolo, não sou a pessoa mais indicada. Acho que as causas políticas têm muito fôlego e que é preciso incorporar gente mais jovem que nós, que nos supere.”

‘Doença’ brasileira
“Algo doentio acontece na política brasileira”, disse o ex-líder uruguaio sobre a cisão entre o governo de Dilma Rousseff, em seu segundo mandato, e o Congresso eleito em 2014. “O Brasil é um país gigantesco e cada Estado tem sua realidade, com partidos locais fortes. Conseguir a maioria parlamentar no Brasil é um macramé (técnica de tecelagem manual) onde pedem uma coisa aqui, outra ali.”

Para Mujica, o tráfico de influência é “uma tradição” no país, já que os governos “têm que fazer o impossível para conseguir a maioria parlamentar de alguma maneira”.

“Não digo que os fins justificam os meios, quem diz é Maquiavel. O que digo é que isso é uma doença que existe há muito tempo na política brasileira.”

Ao mesmo tempo, ele afirma que o poder dos presidentes na democracia representativa é relativo e, por isso, demora para que uma vontade do poder Executivo torne-se realidade. “Não se deve confundir governar com mandar. Existe o papel da persuasão e do convencimento. Um presidente deve se cercar de gente útil e de gente boa.”

Mujica diz ainda que é preciso considerar o papel dos agentes externos ao governo na corrupção. “Para que haja corruptos, também deve haver um agente corruptor. Não nos esqueçamos disso.”

Vizinhos
Durante a entrevista, Mujica evitou fazer críticas frontais aos governos latino-americanos. Questionado sobre seu apoio à administração de Nicolás Maduro, na Venezuela, ele afirmou que “não gosta da existência de presos políticos” no país, mas se posicionou contra possíveis intervenções em meio à crise.

“A Venezuela tem problemas, sim. Mas não vai sair deles a pauladas. Não é apoio, são as evidências. Porque não se ganham 14 eleições sucessivas só usando a força.”

Mujica chegou a chamar a presidente argentina Cristina Kirchner de “velha”, mas, desta vez, também lhe dedicou palavras mais suaves. “Não acho que seja uma presidenta maravilhosa, nem acho que seja uma bruxa. É uma mulher que teve de enfrentar todo o machismo arraigado em uma sociedade. Como muitos quiseram passar por cima dela, ela às vezes passa dos limites do outro lado.”

Sobre o México, o ex-presidente voltou a afirmar que o tráfico de drogas é um problema maior no país por causa de sua proximidade com os Estados Unidos.

“Os Estados Unidos são o grande mercado consumidor das drogas e os que têm infinito poder aquisitivo e o México é o lugar de trânsito. Isso vem condicionando a vida deles e o México não teve a capacidade de resolver o problema da influência crescente do narcotráfico, não foi só esse governo.”

“A combinação da ameaça e do dinheiro destroçou os poderes públicos, que não conseguiram enfrentar isso. Mas eu não estou criticando o México, acho que todos estamos expostos a isso hoje”, afirmou, defendendo novamente a lei aprovada em seu governo, que tornou o Uruguai o primeiro país do mundo a regularizar a produção, a venda e o consumo de maconha.

“Curiosamente, eu que não sou neoliberal acho que a melhor fundamentação (para a lei) que encontrei é a de (Milton) Friedman (economista americano). Digo isso raramente, mas não tenho preconceito. Acho que é preciso roubar o mercado deles (dos narcotraficantes).”

Rolling Stones e baseado
Centenas de perguntas foram enviadas para a entrevista com José Mujica, que foi transmitida ao vivo pela internet e acompanhada em seis idiomas pela BBC nas redes sociais. O ex-presidente teve que responder, por exemplo, sobre se já o convidaram a fumar maconha desde a descriminalização do consumo.

“Apareceu aqui um rapaz, não sei de que país, com um baseado, e me convidou para fumar. Eu não quis, mas eu também tenho meus vícios. De vez em quando fumo um cigarro comum. E quem vai dizer que o tabaco é saudável? O único vício bom é o amor, o resto são pragas. O problema está em quanto se consome e isso é um problema mental.”

Algumas das perguntas mais frequentes eram sobre seu estilo de vida, ao que respondeu que “a humildade é uma filosofia que não pretende impor a ninguém”.

“Não posso mudar a cultura do mundo em que vivemos, mas posso viver minha vida e dar minha opinião.”

O ex-presidente também não se esquivou de questões mais difíceis – mesmo que fora do âmbito político – como a enviada por um participante argentino: Beatles, Pink Floyd ou Rolling Stones?

“Diga a ele que sou um analfabeto no tema, porque sou ‘tangueiro’ de alma. Mas feita essa ressalva, prefiro os Rolling Stones.”

Fonte: http://noticias.terra.com.br

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Serviço de utilidade publica ! Fique de olho nos seus direitos

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Agora senador, Romário faz golaço ao lutar contra clipe que incentiva revenge porn

b1340e70-7b26-11e4-8ec2-85c58b37cd1b_Rom-rio-MARCOS-DE-PAULA-ESTAD-O-CONTE-DO-1- O senador Romário Faria (PSB-RJ) conseguiu, através de campanha em sua página no Facebook, tirar do ar o clipe da música “Eu Vou Jogar na Internet”, de Max e Mariano. A canção faz apologia ao revenge porn, prática de espalhar pela web fotos íntimas de qualquer pessoa.

“Isso é apologia ao crime. Hoje esses atos covardes são enquadrados em difamação e injúria, que têm pena relativamente branda. Por isso apresentei um projeto de lei (PLS 63/2015) que tipifica como crime o ato de divulgar fotos e vídeos íntimos sem a autorização da vítima. O acusado poderá pegar pena de até três anos de detenção, além de ser obrigado a indenizar a vítima por todas as despesas decorrentes de mudança de domicílio, de instituição de ensino, tratamentos médicos e psicológicos e perda de emprego. Denunciem o vídeo”, escreveu Romário em sua fan page.

A publicação do Baixinho acontece no início da noite de terça-feira (7). Por volta das 14h de quarta-feira (8) o vídeo não estava mais disponível no YouTube. Além do vídeo, site e fan page da dupla foram retiradas do ar após a enxurrada de críticas. A dupla não se pronunciou oficialmente sobre o caso até o momento.

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Fonte: Yahoo Noticias

“E sem que você percebesse / Eu gravei de nós dois um vídeo de amor / Eu vou jogar na internet / Nem que você me processe”, diz um trecho da letra.

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Tribunal de Justiça notifica prefeito de Manaquiri por desvio de R$ 346 mil

O prefeito de Manaquiri, Aguinaldo Martins Rodrigues, foi notificado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) a responder denuncia criminal oferecida pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE) por apropriação indébita de R$ 346 mil destinados ao Fundo de Previdência dos Servidores Públicos do município (Funprevi). O prefeito tem 15 dias, desde o despacho emitido pela desembargadora Encarnação das Graças Sampaio, na última quinta-feira (19), para apresentar sua defesa.

Por ter foro privilegiado, o processo criminal tramita no tribunal e o prefeito está sujeito a pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa, conforme descreve o artigo 168-A do Código Penal Brasileiro, em seu artigo 1º, inciso I, sobre “deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes no prazo e forma legal ou convencional”.

De acordo com o parecer encaminhado ao TJAM no dia 14 de janeiro pelo subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos e Institucionais do MP, Pedro Bezerra Filho, os recursos foram descontados dos salários dos servidores públicos municipais entre agosto de 2013 a março de 2014, mas nunca foram repassados ao órgão que responde pelo regime próprio de previdência social do município.

Ainda de acordo com a denúncia do MPE, o prefeito, em resposta ao procedimento investigatório, encaminhou justificativa e documentos em que confessa não ter efetivado os repasses para o Funprevi e que os recursos foram utilizados para o pagamento de salários, fornecedores da prefeitura e precatórios trabalhistas atrasados da gestão anterior.

Além do procedimento investigatório do Ministério Público do Amazonas, a ausência dos repasses durante os oito meses também foi investigada e confirmada pelo Ministério da Previdência Social em Brasília (DF), que em ofício anexado ao processo em tramitação no Judiciário Estadual, destaca a “apropriação de recursos dos servidores”.

“Constatou-se no interregno da auditoria, o desconto das remunerações dos servidores públicos das contribuições devidas ao Regime Próprio de Previdência Social do Município sem que tenham efetivado o repasse à Unidade Gestora do Funprevi relativo as competências de 08/2013 a 03/2014 no montante de R$ 346.069,45”, relata do documento assinado pelo Secretário de Políticas de Previdência Social, Benedito Adalberto Branca.

Por conta das irregularidades apontadas nos repasses das contribuições ao Funprevi, o Fundo de Participação do Município (FPM), principal fonte de receita da Prefeitura do Manaquiri, se encontra bloqueada junto ao Governo Federal.

CPI

         Além do desvio de recursos destinados ao Fundo de Previdência municipal, o prefeito de Manaquiri, Aguinaldo Martins Rodrigues também é alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Câmara Municipal que investiga irregularidades na emissão de notas fiscais frias, em contratos de prestação de serviços e licitações fraudulentas promovidas pela prefeitura, em um total superior a R$ 3,2 milhões movimentados.

         Em uma das mais graves denúncias apresentadas à comissão, o empresário Cleocivaldo Silva de Souza, vencedor de licitação para fornecer combustível à prefeitura em 2013, afirma em declaração registrada em cartório e entregue na Câmara Municipal, que emitiu notas fiscais frias no valor de R$ 2.140.301,88 para a Prefeitura de Manaquiri apesar de, segundo ele próprio, ter fornecido apenas R$ 1.639.601,90 em produtos contratados.

Ainda de acordo com o empresário a diferença (R$ 500.699,90) foi repassada diretamente e em espécie ao prefeito Agnaldo Rodrigues.

A CPI foi votada e aprovada por oito dos onze vereadores do município em novembro de 2014, mas encontra-se paralisada desde janeiro deste ano por força de liminar emitida pela desembargadora Encarnação das Graças Sampaio a favor do prefeito Aguinaldo Martins.

LEIA O DOCUMENTO ABAIXO:

MANAQUIRI

Fonte: Marcelo Rocha

POR: Vazos do Purus

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Charge da semana: Alemanha faz mais um gol no Brasil

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Empresa alemã investiga denúncias de propina na Copa do Mundo do Brasil

Irregularidade teria acontecido na assinatura de contratos de mais de R$ 21 milhões para centros de controle de segurança em diversas cidades-sede. Esquema envolveria funcionários públicos e membros de estatais

15696041-k3-U10773908689mP-1024x576@GP-WebA empresa alemã de engenharia e serviços Bilfinger está investigando se empregados de uma subsidiária pagaram propina a funcionários públicos no Brasil em conexão com pedidos relacionados à Copa do Mundo de 2014. A Bilfinger informou em comunicado, neste domingo (22), que começou uma investigação no ano passado sobre contratos de cerca de 6 milhões de euros (R$ 21 milhões) para equipar centros de controles de segurança em diversas cidades grandes brasileiras.

A empresa contratou os auditores da Ernst & Young, da Deloitte e de uma empresa de advocacia brasileira para ajudar a esclarecer se propinas foram pagas por empregados da afiliada Mauell a funcionários públicos e membros de companhias estatais.

“As suspeitas estão substanciadas. A investigação, no entanto, ainda não está completa”, disse Bilfinger, acrescentando que acionaria a Justiça se essas alegações forem confirmadas.

A Bilfinger disse que pedidos desse tamanho não são feitos pelo conselho-executivo do grupo. Um porta-voz disse que a Mauell não fez negócios com a Fifa, a entidade que organiza o esporte.

A Bilfinger emitiu esse comunicado depois que o jornal alemão Bild am Sonntag publicou que a Mauell havia pago propinas superiores a 20 milhões de euros para obter os contratos. O porta-voz não quis comentar essa cifra.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br

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