Depois do desfalque de R$ 600 mil funcionário põe fogo em agência da Caixa em Lábrea

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O tesoureiro da Econômica Federal no município de Lábrea (AM), Daniel Goncalves Ribeiro, 40 anos, foi preso na noite de segunda-feira, 20, por policiais da 4ª Companhia, acusado pelo incêndio daquela agência bancária para despistar um desfalque de R$ 600 mil à instituição.

De acordo com o titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do município, Demétrius Queiroz, Daniel teria forjado o incêndio para encobrir o desfalque promovido por ele nos últimos dois meses. O homem utilizou gasolina para atear fogo ao local.

Ainda segundo o delegado, a intensão do suspeito era que todos acreditasse que o dinheiro tivesse sido queimado durante o incêndio. Não deu certo. As câmeras de segurança de um estabelecimento comercial que fica na frente da agência filmou toda a ação do supervisor.

Em depoimento à polícia, Daniel confirmou que ateou fogo no local para despistar as suspeitas do roubo. Durante revista na casa dele foi encontrada parte do dinheiro roubado, cerca de R$ 200 mil.

O homem foi autuado por incêndio criminoso e por roubo majorado e ficará na carceragem da delegacia do município a disposição da Justiça.

Fonte: reporter-am.com.br

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DENÚNCIA: funcionários da Funai e policiais são acusados de torturar indígena de 16 anos em Tapauá

O presidente do Conselho Tutelar, Roni da Silva Costa, teria acompanhado a ação dos funcionários da Funai e da polícia, mas nega ter presenciado a tortura. “Se aconteceu foi longe da minha presença”, disse Roni da Silva

O representante da Coordenação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (Coipam), Fidelis Baniwa, e dirigentes da Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Médio Purus (Focimp), enviaram carta de repúdio à Funai em Brasília cobrando averiguação dos fatos e exigindo punição dos envolvidos nas agressões ao jovem indígena.

Manaus, 17/07/2015

   Funcionários da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Tapauá, no Amazonas, juntamente com policiais da delegacia local estão sendo acusados de espancar e torturar o indígena M. P., de 16 anos de idade, para que ele confessasse o suposto assassinato de seu primo de 10 anos, que ficou desaparecido por oito dias e foi encontrado perdido na floresta. A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público Federal (MPF) em Manaus.

M. P. é indígena do povo Paumari, morador da comunidade indígena Castanheira, localizada às margens do Rio Itaparanã, em Tapauá, município localizado no sul do Amazonas, distante de Manaus cerca de 450 quilômetros em linha reta.

Depois da tortura ao menor, o pai dele, R. G., teria encontrado dificuldades para registrar a ocorrência na delegacia e para fazer exame de corpo de delito no hospital da cidade.

Além disso, as testemunhas do caso estariam sendo ameaçadas pelos agressores. De acordo com relato da vítima, o fato aconteceu entre os dias 1 e 3 de julho passado, ocasião em que se realizava naquela cidade a Conferência Local de Política Indigenista.  M. P. disse ter sido vítima de intimidação por parte de policiais. Depois, teria sido preso e torturado como forma de pressão para que ele levasse três funcionários da Funai ao local onde supostamente teria enterrado a vítima.

Os fatos

No dia 26 de junho, o jovem indígena foi tirar patauá (fruta típica da região amazônica) na floresta em companhia de seu primo C. F., de 10 anos de idade, a pedido da mãe deste. Eles saíram e M. P. levou uma espingarda e então se deslocaram até onde pretendiam tirar patauá. No retorno para casa, eles se depararam com um bando de queixadas (porco da mata). M. P. resolveu correr atrás dos animais para tentar matar algum e deixou o primo para trás, pedindo para que ele o esperasse no mesmo local.

Quando voltou não encontrou mais o garoto. Voltou para casa preocupado, e ao saber que C. F. não tinha chegado em casa, ele e toda a família passaram seis dias procurando o menino desaparecido na floresta. No dia 2 de julho, sem terem encontrado C. F., que todos os membros da família consideraram que provavelmente estivesse morto, M. P., seu pai e seu tio, recebendo conselhos de familiares da criança desaparecida, decidiram se deslocar para a sede do município de Tapauá voluntariamente para prestar depoimento na delegacia de polícia civil e assim colaborar com as investigações.

Os policiais já esperavam o grupo no porto de Tapauá. Dali, foram até a delegacia, onde os policiais mandaram o pai de M. P. e seu concunhado, responsável pela criança desaparecida, voltarem para casa. Eles retiveram o menor na delegacia e o interrogaram sobre o desaparecimento do seu primo na presença do conselheiro tutelar, com a promessa deste de que não deixaria ninguém maltratar M. P.

No entanto, um dos policiais teria sugerido que M. P. havia assassinado Cláudio Antônio e ameaçou agredi-lo fisicamente se não confessasse ter matado a criança. M. P., intimidado, acabou confessando. Ele passou a noite preso. No dia seguinte sofreu agressão física com chutes, sob ameaça de sofrer mutilação e ficou algemado numa árvore.

O presidente do Conselho Tutelar, Roni da Silva Costa, teria acompanhado a ação dos funcionários da Funai e da polícia, mas nega ter presenciado a tortura. “Se aconteceu foi longe da minha presença”, disse Roni da Silva. C.F. foi localizado na tarde do dia 3 de julho.

Ele ficou perdido na mata durante oito dias e estava desnutrido e muito enfraquecido. Ele foi internado durante seis dias na unidade de saúde de Tapauá e passa bem. A família de M. P. quer justiça e punição para os seus agressores, mas tem sido dissuadida pelas autoridades locais e pressionada a não levar o caso adiante. Porém, já relatou o ocorrido ao Ministério Público Federal em Manaus. O representante da Coordenação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (Coipam), Fidelis Baniwa, e dirigentes da Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Médio Purus (Focimp), enviaram carta de repúdio à Funai em Brasília cobrando averiguação dos fatos e exigindo punição dos envolvidos nas agressões ao jovem indígena.

Fonte: CIMI norte

Site: http://cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=8218&action=read

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INTERNET BANDA LARGA: Defesa contribui para a expansão das comunicações na Amazônia

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Foto: Gilberto Alves

O programa Amazônia Conectada, coordenado pelo Ministério da Defesa, consiste na construção de uma rede de cabos subfluviais ópticos utilizando-se dos leitos dos principais rios da bacia amazônica

Manaus (AM), 16/07/2015 – O maior programa de expansão das comunicações na Amazônia Ocidental foi lançado nesta quinta-feira (16), em Manaus. O programa Amazônia Conectada, coordenado pelo Ministério da Defesa, consiste na construção de uma rede de cabos subfluviais ópticos utilizando-se dos leitos dos principais rios da bacia amazônica.

O objetivo é levar serviços de internet de alta velocidade, telemedicina, telesaúde, ensino à distância, entre outros, para populações ribeirinha e indígena, escolas, organizações militares e órgãos públicos.

Para o ministro da Defesa, Jaques Wagner, a inauguração do primeiro trecho do Amazônia Conectada representa também a capacidade do povo brasileiro em apresentar soluções inovadoras. “O programa possibilita a integração da região e vai trazer mais dignidade e resgate do povo amazônico”, destacou.

Ainda de acordo com o ministro Wagner, o programa traz segurança para as informações das Forças Armadas e proteção das fronteiras. “O programa vai dar mais capacidade de monitorar a região, com tráfego de informações seguro e veloz”, acrescentou.

O ministro ainda anunciou a implantação do segundo trecho de 200 km, de Coari a Tefé, com investimentos de R$ 15 milhões.

 Orçado inicialmente em R$ 1 bilhão, o custo total do programa deve ser reduzido na ordem de R$ 500 milhões, com previsão de conclusão em três anos.

 O coordenador do Amazônia Conectada – que foi concebido inicialmente pelo Exército – e chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército, general Decílio de Medeiros Sales, fez uma apresentação do programa, destacando os benefícios e a tecnologia empregada.

Para a Defesa, o projeto contribui para melhorias nas comunicações militares na fronteira com a finalidade de proteger o território nacional. Por suas características de inovação e abrangência, trata-se de um projeto dual (aplicação militar e civil) e que representa um marco histórico nas comunicações do país.

 Videoconferência

 Na sede do Centro de Telemática de Área do Comando Militar da Amazônia, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, acompanhado dos ministros das Comunicações, Ricardo Berzoini, e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Aldo Rebelo, juntamente com o governador do Estado do Amazonas, José Melo de Oliveira, assistiram uma demonstração do primeiro trecho inaugurado de 10 km, que interliga, por meio do leito do Rio Negro, em Manaus, o 4º Centro de Telemática de Área (4º CTA) até a 4ª Divisão de Levantamento Geográfico (4ª DL).

Em tempo real, foi realizada uma videoconferência tendo como interlocutores o ministro Wagner com o professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Luiz Verçosa, que se encontrava na 4ª DL.

 O ministro Jaques Wagner elogiou a qualidade da conexão e o trabalho desenvolvido pelo Exército e demais parceiros do programa.

Os ministros Aldo Rebelo e Ricado Berzoini, juntamente com o governador José Melo, também conversaram o professor da UEA, que destacou a importância da informação e do conhecimento. “Com o programa Amazônia Conectada, teremos, finalmente, a integração de nossos municípios e a possibilidade de todos os professores e alunos terem uma Internet com conectividade de qualidade e acesso a informações e pesquisa dos recursos da Amazônia”.

As peculiaridades da região Amazônica foram decisivas para a escolha dos cabos subfluviais, evitando o desmatamento da floresta e a entrada em terras indígenas.

Ainda durante a solenidade de lançamento do Amazônia Conectada, os três ministros assinaram a portaria interministerial que institui o Programa. Também participaram do evento, o chefe do Comando Militar da Amazônia, general Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, o chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, general Juarez Aparecido de Paula Cunha (representando o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas), além de autoridades civis e militares.

 Amazônia Conectada

 O programa Amazônia Conectada, concebido inicialmente pelo Exército Brasileiro, prevê a instalação de cerca de 7,8 mil quilômetros de cabos de fibra óptica nos leitos dos rios Negro, Solimões, Madeira, Juruá e Purus, interligando 52 municípios e atendendo 3,8 milhões de pessoas da região.

 O Amazônia Conectada, que compreende cinco infovias, receberá recursos do Ministério da Defesa e de outros Ministérios, além de captar recursos de P&D da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e de outras fontes de investimentos.

O Amazônia Conectada contribui com as ações do Governo Federal, na região, por meio do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), do Ministério das Comunicações, além de apoiar as políticas públicas de inclusão digital, de incentivo as atividades de pesquisa e educação e sensoriamento e monitoramento ambiental, e a segurança de dados nacionais.

Atualmente, a solução de internet na região é com acesso via satélite, que possui um alto custo e conexão instável. A tecnologia de fibra óptica permitirá conexões de até 100 gigabit por segundo.

O programa conta com parceiros como a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), ligada ao MCTI, o Exército Brasileiro, a Telebras, subordinada ao Ministério das Comunicações, a empresa de Processamento de Dados do Amazonas (PRODAM S/A), o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), a Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás), a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A (Eletronorte), além da empresa Padtec, desenvolvedora das fibras ópticas especiais para bacias hidrográficas.

 Por Alexandre Gonzaga Assessoria de Comunicação Social (Ascom)

Ministério da Defesa 61 3312-4071

Fonte: Ministério da Defesa

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CORREIOS AMEAÇA REGREDIR E SUSPENDER TRANSPORTE AEREO DE ENCOMENDAS PARA REGIÃO DO PURUS.

IMG-20150612-WA0002Uma das raras ilhas de eficiência no serviço publico brasileiro,a empresa brasileira de correios opera com uma logística que dificilmente encurta caminho no transporte de mercadorias e correspondência do remetente ao destinatário.
Tudo que é despachado de Manaus,por exemplo,ao município de Lábrea,segue antes à porto velho.Mesmo assim o serviço é feito com presteza e não atrai reclamações da população.
Tudo que é colocado sob a responsabilidade dos correios,segundo informações,está prestes a suspender o contrato com a empresa aérea que realiza o transporte entre Porto Velho e Lábrea,situação que preocupa a classe empresarial do município e região.
O receio é que na eventual suspensão do contrato o transporte passe a ser feito via fluvial e,nesse caso,qualquer encomenda despachada de Manaus a Lábrea demorar até um mês.

Fonte: Jornal Voz do Purus

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SOFRIMENTO DOS MAIS POBRES: Corte de 50% nos recursos do SUS afetará 2 milhões de pessoas no interior do AM

Moradores do interior do Estado são totalmente dependentes do sistema do SUS e sentirão as medidas do Ministério da Saúde

Manaus, 12 de junho de 2015


SUS

Quase 2 milhões de pessoas que vivem no interior do Amazonas dependentes do Sistema Único de Saúde (SUS) devem ser afetadas, ainda neste ano, por causa da redução de 50% dos recursos do Ministério da Saúde que foi decretada no dia 22 do mês passado pelo governo federal.

O titular da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), Wilson Alecrim, reforçou que de todos os Estados, a população do interior do Amazonas terá mais dificuldades, pois são 100% dependentes do SUS e não há outros meios alternativos como nas demais capitais do País.

Ao todo, vão ser R$ 11, 774 bilhões que serão cortados do investimento da saúde em todo o País. O decreto afirma que a redução vai aumentar a cada ano, mas o secretário de saúde espera que o decreto passe por alterações.

“Sabemos das dificuldades e problemas que ainda existem no Sistema Único de Saúde, mas a redução do nosso orçamento deve piorar e quem deve sentir mais o impacto é a população do Amazonas, que no interior não tem meios de atendimento particulares, são completamente dependentes do nosso sistema”, reforçou.

Esses recursos foram ementas colocadas a favor de cada deputado federal e senadores. Cada ementa positiva atribuiu R$ 2,4 bilhões que totalizaram R$ 11,774 bilhões em recursos que foram suspensos pelo governo federal.

Como presidente do Conselho de Secretários de Saúde (Conass), entidade representativa das Secretarias Estaduais de Saúde do Brasil, Wilson Alecrim informou que nesta semana foi aprovada em assembleia um manifesto chamado de “Carta à Nação”, onde tornaram público a preocupação e a discordância da decisão de redução de 50% dos recursos para área de saúde.

Alecrim garantiu que a entidade vai pedir uma revisão da redução e solicitar que a atitude seja direcionada para outras áreas que não atinjam a vida da população.

“A medida irá agravar ainda mais a situação do Sistema Único de Saúde (SUS) que, reconhecidamente desfinanciado, luta por melhores condições para atender a população brasileira. O governo federal tem que focar em áreas que não envolva a saúde da população, pois quanto menos recursos tivermos, mais dificuldades irão surgir”, explicou.

Retardamento

O subfinanciamento por meio do Decreto 8.456, de 22 de maio de 2015 do Sistema Único de Saúde (SUS) retarda todas as tentativas de aprimorar seu desempenho nos seus 27 anos de existência, comprometendo as estratégias definidas e o impedimento de cumprir os preceitos da universalidade, integralidade e da equidade.

Fonte: Jornal a Crítica

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Lábrea mergulhada no caos administrativo e má gestão

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O Município de Lábrea, no Sul do Amazonas, distante a 610km da Capital Manaus, está a mais de 3 meses com os recursos do Fundo de Participação dos Municípios bloqueados. Isso porque a Administração Municipal não informou os dados do SIOPS – Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde, referente ao ano de 2014 ainda.
Dentre todos os municípios do Amazonas, apenas Lábrea e Manaquiri estão com situação de FPM suspenso pela Receita Federal, por falta de informação da prestação de contas dos recursos da Saúde.
Por conta disso, o Lábrea vive caos. Segundo informações os médicos não recebem a mais de 3 meses. A folha de pagamento dos servidores contratados também está a mais de 3 meses sem pagamento.
Além do Município está em situação de emergência devido à enchente do Rio Purus, que causa grave transtornos à população, servidores da prefeitura ainda amargam o fato de não receberem seus pagamentos, tendo que ver seus filhos passarem fome em meio ao caos da enchente.
Contudo, o Prefeito Evaldo Gomes aparece, na Página Oficial da Prefeitura no facebook, pousando pra foto, ostentando sacolas de rancho enviadas pelo Governo para serem entregues aos “alagados”, o que caracteriza promoção pessoal do Prefeito, situação vedada pela lei.
Lábrea impedido de celebrar convênios federais e de receber recursos do Governo Federal
 
Dos 13 itens que compõem o CAUC – Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias (conhecido com o SERASA das Prefeituras) Lábrea inadimplente com 6 deles: não prestou contas dos recursos da saúde; não prestou contas dos recursos da educação; não cumpriu o exercício da plena competência tributária; não encaminhou as contas anuais de 2014 ao Governo Federal; não publicou o relatório resumido da execução orçamentária; por fim a Caixa Econômica inscreveu o Município no rol de inadimplentes do CADIN – Cadastro Informativo dos Créditos não quitados do setor público. Com isso o Município não está impedido de receber recursos voluntários do Governo Federal.
LÁBREA PODE SOFRER INTERVENÇÃO DO GOVERNO:
Diante de toda essa situação vergonhosa, o Município de Lábrea corre sério e real risco de sofrer uma intervenção do Governo do Estado. Isso porque o Prefeito do Município, Sr. Evaldo Gomes (PMDB) até o momento não apresentou a Prestação de Contas (Balanço Geral) do Exercício de 2014.
O prazo estabelecido por lei para que o Prefeito apresentasse sua prestação de contas, referente ao exercício de 2014, findou no dia 30 de março último. Assim, o Poder Executivo do Estado, se for informado da situação, já pode decretar intervenção no Município de Lábrea.
Veja o que a Constituição Federal de 1988 diz sobre o assunto:
Tendo em vista que a intervenção busca a correção de irregularidades na administração municipal, a falta de apresentação de prestação de contas, ela pode ser solicitada por qualquer cidadão. Contudo, o mais comum é que, em se tratando dos incisos I, II e III do artigo 35, CF a solicitação deve partir do presidente da Câmara Municipal de Vereadores, fiscais e representantes legais do povo. No caso do inciso IV, do chefe do Ministério Público Estadual.
Importante ficar claro, que o Governador do Estado, ao tomar conhecimento dos fatos irregulares, poderá agir de ofício. Ou seja, ele pode tomar a iniciativa, sem ser provocado.
O que a Constituição Estadual diz sobre o assunto:
O art. 129 da Constituição do Estado do Amazonas, diz que o pedido de intervenção é uma obrigação do Tribunal de Contas. No caso da não prestação de contas no prazo determinado em lei, a denúncia deve ser apresentada ao Governador do Estado por autoridade pública ou por qualquer cidadão. Comprovada a denúncia, o governador elabora o decreto de intervenção e o submete, com a respectiva justificativa, em 24 horas, à Assembléia Legislativa do Estado (ALE).
Decretada a intervenção, o governador nomeia o interventor que deverá substituir o prefeito e administrar o município até que a prestação de contas seja concluída. O interventor prestará contas à ALE por intermédio do governador, devendo o TCE emitir parecer sobre a matéria.
Os moradores de Lábrea encontram-se reféns de uma péssima Administração Municipal, o que não é exclusiva do Município.
Com a palavra o Prefeito do Município Evaldo Gomes para explicar ao povo de Lábrea porque até o momento não prestou contas dos recursos de 2014 ao TC, por que não prestou contas dos recursos da Saúde por meio do SIOPS, por que está com os pagamentos de funcionários contratados em atraso, por que está com o FPM bloqueado pela Receita Federal, por que fez promoção pessoal indevida, usando o povo humilde para “sair bem na foto”.
Fonte: http://blogdopavulo.blogspot.com.br/
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CHARGE JUNINA

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FBI: Brasil vendeu o jogo para a Alemanha num esquema de corrupção que envolveu milhões

2ae14-840x420-400x200 Brasil: Informação do FBI que estão sendo levantadas nos EUA é o que o chefe da CBF ( Brasil ) preso pela Polícia Americana está envolvido no resultado do jogo entre Brasil e Alemanha. A histórica goleada na semifinal da Alemanha sobre a seleção brasileira pode ter envolvido milhões de dólares, onde cada jogador recebeu sua parte. Dentro de 30 dias será divulgado um balanço que poderá acabar com a vida profissional de muitos jogadores brasileiros reconhecidos pelos torcedores, afirmou o FBI. O esquema pode sobrar até para Rede Globo de Televisão.

“Dane-se o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados por futebol

Vários e-mails atualmente “denunciam” a venda desta Copa nas redes sociais. Os textos apresentam detalhes distintos, mas quase todos partem do mesmo autor: Gunther Schweitzer, o mesmo homem que denunciou a venda da Copa de 1998. Em alguns textos, Schweitzer é apresentado como diretor de jornalismo dos canais ESPN. Em outros, o nome aparece com o mesmo suposto cargo de 16 anos atrás: diretor da Rede Globo.

Além da troca de favores entre Brasil e FIFA, outra “questão” foi levantada nos últimos dias: a de que Neymar não teria efetivamente se lesionado na partida contra a Colômbia. Sites brasileiros e colombianos divulgaram imagens da chegada do atleta ao hospital de Fortaleza. Nelas, o paciente aparece com o rosto coberto e sem as tatuagens que o atacante possui no braço direito. Houve ainda quem adaptasse a história e afirmasse que Neymar simulou a lesão, pois foi o único que não concordou em vender a Copa à Fifa.

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O jornal italiano “Corriere dello Sport” estampou na capa de sua edição desta sexta-feira que a Copa de 2002 teve resultados manipulados por árbitros, em favorecimento à Coreia do Sul. Entretanto, a manchete da publicação faz mais barulho do que sua reportagem.

O jornal afirma apenas que “um dia, talvez” as investigações sobre a FIFA descobrirão “ligações com a Copa do Mundo de 2002″, especialmente ao juiz equatoriano Byron Moreno, que teve arbitragem polêmica do jogo das oitavas de final contra a Itália, no qual mostrou cartões vermelhos e anulou um gol da Azzurra. O jornal lembra que o senador Raffaele Ranucci, chefe da delegação italiana naquele mundial, já havia denunciado possível favorecimento à Coreia do Sul, uma das sedes em 2002.

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Na ocasião, os coreanos chegaram até a semifinal e eliminaram Portugal (fase de grupos), Itália (oitavas de final) e Espanha (quartas) – em jogos com polêmicas de arbitragem. O país sediou o Mundial junto com o Japão e terminou em quarto lugar.A derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul é lamentada até hoje pelos italianos. Na ocasião, o árbitro equatoriano Byron Moreno anulou um gol claro de Tommasi que daria a classificação à Azzurra – o lance aconteceu na prorrogação, numa época que o gol de ouro fazia parte do regulamento.

A Espanha também reclamou bastante. O árbitro egípcio Gamal Al Ghandour, o ugandês Ali Tomusange e o trindadense Michael Ragoonath, seus auxiliares, anularam dois gols legítimos, um de Fernando Morientes e outro de Iván Helguera, que dariam a vitória e a classificação aos espanhois para a semifinal da Copa. A Coreia do Sul, na época treinada pelo holandês Guus Hiddink, acabou beneficiada e conseguiu sua melhor campanha na história dos Mundiais com a classificação nos pênaltis.

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Rede Globo está com medo da investigação do FBI

Um dos focos das investigações da Justiça americana sobre o escândalo de corrupção na Fifa são transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua diretamente há décadas; parceira incondicional da Fifa desde o mundial 1970, a Globo é detentora da transmissão no Brasil de praticamente todos os eventos investigados pelo FBI: Copa do Mundo, Libertadores, Copa América e até a Copa do Brasil; o elo mais forte entre Globo e Fifa é o brasileiro José Hawilla, da Traffic Group, que assumiu os crimes de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro e vai devolver US$ 151 milhões; além disso, J. Hawilla é dono da TV TEM, maior afiliada da Globo no país; apesar das ligações perigosas, a Globo se limitou a dizer, no Jornal Nacional, que “o ambiente de negócio do futebol seja honesto”; também afirmou que “sobre essas empresas de mídia não pesam acusações ou suspeitas”

Segundo a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os acordos da entidade nos últimos 20 anos.

A investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratos de direitos de transmissão de eventos organizados pela FiFa, como a Copa da Mundo ou Copa Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão, as empresas revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas, aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os direitos de transmissão da Copa América no Brasil.

A empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.

Na época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho.

J. Hawilla, parceiro dos Marinho

Entre a FIFA e a Globo aparece a elo  é peça chave nas investigações de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.J. Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça – ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu patrimônio – US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela imprensa nacional como “dono do futebol brasileiro”.

A ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos internacionais de TV da Copa do Mundo da FIFA no Brasil, em 2014. A empresa de J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.

Além relações perigosas no futebol, Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318 municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J. Hawilla também comprou, em 2009, o “Diário de S.Paulo”, mas vendeu o jornal logo em seguida.

Sonegação na Copa de 2002

A Rede Globo criou um “antecedente criminal” em sua relação comercial com a Fifa, intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão, da qual o Brasil foi campeão.

A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.

“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.A artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.

Em 2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela compra dos direitos (leia mais).

Via Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”

A única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um editorial lido por William Bonner no “Jornal Nacional” nessa quarta-feira, 27, quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça americana.

“A TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem um esforço enorme para satisfazer essa paixão”, acrescentou Bonner.

No “Jornal da Globo” desta quarta (29), também disse que “não pesam acusações ou suspeitas sobre as empresas de mídia de todo o mundo que compraram desses intermediários os direitos de transmissão”, caso da Globo.(APC:news)

Documentos mostram como a CBF ‘vendeu’ a seleção brasileira:

Fonte: http://rius.com.br/esportes

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