BOMBA das Eleições 2014

Divulgando o escândalo que todo mundo suspeitava!

939_03032015141428 Talvez, isso explique a razão de Marina Silva ter declarado a seguinte frase: Se as pessoas soubessem o que aconteceu nas Eleiçoes de 2014, ficariam enojadas!. Todos os anti-nazistas ficaram chocados e tristes por assistir a maneira como o Aécio perdeu as Eleições. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e a VEJA e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos. Fato comprovado: O PT COMPROU e VIOLOU as URNAS ELETRÔNICAS. Alguns ministros, Deputados do PT e a Presidenta Dilma foram avisados, às 08:00 do dia 04 de setembro(1 mês antes das eleições), em uma reunião de emergência envolvendo o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva (na única vez que o ex-Presidente compareceu a uma reunião no TSE), a Presidenta Dilma, o Ministro José Dias Tofolli, o Sr. José Maduro Presidente da Venezuela, O Sr Gilberto Carvalho, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da OAS. Membros do staff da Presidenta e os e ministros permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel. A princípio muito contrariado, o Ministro Tofolli se recusou a violar as urnas eletrônicas por um grande valor em dinheiro. A aceitação veio através do pagamento total de US$7.000.000,00 mais um bônus de US$4.000.000,00 para todos os integrantes da alta corte do TSE , num total de US$ 35.000.000,00 trinta e cinco milhões de dólares) através da empresa OAS. Além disso, cada um dos sete Ministros aceitaram um depósito mensal numa off shore nas Maldívias pelos próximos 4 anos nas mesmas Mesmo assim, o Ministro Luiz Fux se recusou, o que obrigou Lula a afastá-lo e colocar o Ministro substituto Teori Zavascky em seu lugar, dizendo que Fux estava com problemas simples nas costas (em primeira notícia divulgada às 15:30 no centro de imprensa). A sua situação só foi resolvida após o representante da OAS ameaçar denunciar propina paga anos antes para o Ministro, no valor de US$ 30.000 e ainda lhe garantir um depósito vitalício , no valor de US$90.000.,00 (noventa mil dólares) ao longo da sua carreira. Assim, combinou-se que o Aécio seria derrotado durante a apuração das urnas do Nordeste, porém a apatia que se abateu sobre a militância psdbista ante os resultados das pesquisas do IBOPE (também compradas) fez com que Aécio perdesse também em Minas Gerais e em Pernambuco, sem que absolutamente nenhuma violação àquelas urnas fossem feitas. O Sr. Fidel Castro, presidente de Cuba, aplaudiu a colaboração dos Ministros brasileiros, uma vez que a vitória de Dilma trouxe equilíbrio à América do Sul num momento de crise jamais registrada naquela região, com crescente xenofobia e o reaparecimento do neoliberalismo. Garantiu, também, a Lula, através de seu filho, Lulinha, que o seu pai teria seu caminho facilitado para ser Presidente em 2018.

Brasil, o PT verá que o filho teu não foge a luta.

Deborah Albuquerque

A jovem e destemida jornalista que em pouco tempo conseguiu quase um milhão de acessos, por ser sincera e corajosa, mostrando tudo que os outros não tem coragem de mostrar. A beldade já trabalhou mais de três anos na TV aberta e conhece o mundo das celebridades e da Política. Deborah também é uma das administradoras do Revoltados ON LINE.

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Fonte: http://gazetadasemana.com.br

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Serviço de utilidade publica: Receita libera programas para declaração do IR 2015.

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Nesta segunda-feira (2) tem início o prazo para a declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física 2015, referente ao ano-fiscal de 2014. A expectativa do Fisco é que 27,5 milhões de brasileiros apresentem suas declarações até a data limite, que é 30 de abril.

Pessoas que tiveram rendimento tributável anual de R$ 26,8 mil ao longo de 2014 são obrigadas a prestar contas à Receita Federal. Para isso, o site da Receita Federal disponibilizou o download do programa para o envio da declaração na manhã de hoje. Quem preferir, também pode fazer a declaração usando o aplicativo m-IRPF para os sistemas iOS e Android. Para este ano, o app foi atualizado com novos campos, como informações do cônjuge ou companheiro, no entanto ainda possui algumas limitações.

Os brasileiros que tiveram rendimentos tributáveis no exterior ou ganho de capital na alienação de bens ou direitos, por exemplo, não poderá utilizar o aplicativo m-IRPF. No ano passado, apenas 144 mil contribuintes entregaram o documento através de dispositivos móveis como smartphones ou tablets.

No final do ano passado, o Fisco disponibilizou outro aplicativo com o objetivo de facilitar a vida dos contribuintes. Trata-se do rascunho IRPF 2015. Quem fez uso desse app conseguiu preencher antecipadamente a declaração e agora basta transferir os dados para o documento definitivo.

Ao reduzir o tempo de envio, os contribuintes aumentam as chances de receber a restituição logo nos primeiros lotes. O governo costuma iniciar os pagamentos em junho, dando prioridade para idosos e pessoas com doenças graves.

O principal foco de atenção dos contribuintes deve ser a omissão de rendimentos, que lidera as causas de retenção na malha fina pelo Fisco. De acordo com Mário Pinho, vice-presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal, “o trabalhador precisa informar todas as fontes pagadoras que teve ao longo do ano. Mesmo que tenha sido um serviço prestado sem relação com a sua atividade principal”.

A declaração online é a principal novidade deste ano. Com ela, o brasileiro poderá salvar online os dados de preenchimento e depois acessá-los de qualquer plataforma para concluir o envio do documento ao Fisco. No entanto, essa modalidade só poderá ser utilizada pelos contribuintes que possuem certificação digital – uma espécie de assinatura eletrônica com validade jurídica. O preenchimento online conta com as mesmas restrições que o aplicativo, sendo assim, não são todos os contribuintes que estão autorizados a usá-lo.

Vale lembrar que é obrigado a declarar quem, em 2014, teve rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55; recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte que ultrapassam R$ 40 mil; vendeu imóvel residencial no ano passado e optou pela isenção de IR sobre ganho de capital; teve a posse ou propriedade de bens ou direitos em valor superior a R$ 300 mil; passou à condição de residente no Brasil em 2014; obteve ganho de capital na alienação de bens de direitos; realizou operações em bolsas de valores; teve receita bruta superior a R$ 134.082,75 com atividade rural ou deseja compensar prejuízos.

O prazo de entrega é às 23h59 do dia 30 de abril. Os contribuintes que enviarem o documento com atraso estarão sujeitos a multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

Abaixo você encontra o link para download do programa para declaração:

Versão Windows:

Versão Mac:

Versão Linux 64 bits:

Versão Solaris:

Aplicativo m-IRPF

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Cunha: Câmara poderá rever decisão sobre passagem para cônjuges de deputados

Presidente da Câmara, dep. Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fala sobre a concessão de passagens aéreas para as esposas de parlamentares
Eduardo Cunha: se a Mesa Diretora quiser rever a medida, é um direito dela. Não tem problema nenhum da minha parte.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou nesta quinta-feira (26) que a Mesa Diretora poderá rever a permissão para compra de passagens aéreas para cônjuges dos parlamentares.

“Não vejo nada demais [com a medida]. Mas se a Mesa quiser rever, é um direito dela. Na próxima reunião ela que trate. Não tem problema nenhum da minha parte”, afirmou Cunha. A medida permitindo a compra foi decidida em reunião nesta quarta-feira (25).

Ele lembrou que a regra que valia até 2009 abria a possibilidade de uso de passagens aéreas por filhos, amigos e correligionários. Depois a regra mudou por causa de denúncias de uso indevido da verba.

Agora a regra ficou restrita aos cônjuges e é a mesma usada pelo Itamaraty para a concessão de passaporte diplomático: a comprovação do casamento ou de união estável reconhecida em cartório.

PSDB
Em nota, o líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), disse que para ele e para a 3ª secretária da Casa, deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), “o pagamento de passagens aéreas para esposas e maridos de parlamentares está na contramão do que a sociedade espera de seus representantes no Congresso”. O benefício foi aprovado pela Mesa com o voto contrário da deputada, representando a opinião do partido.

Segundo o líder, os deputados tucanos não usarão esses recursos. “É inaceitável que, num momento em que a sociedade é penalizada com o aumento de impostos e alta nos preços, conceda-se esse privilégio aos parlamentares. É um total desrespeito com os brasileiros, que já estão pagando o preço da incompetência do governo Dilma e agora, terão de arcar com essa mordomia. É um contrassenso. O PSDB não fará parte dessa vergonha, também em respeito aos próprios cônjuges de seus parlamentares”, afirmou Sampaio.

Para a deputada Mara Gabrilli, a Câmara não pode “cometer o mesmo erro e a desfaçatez do governo”, que exige sacrifícios da sociedade e não faz a sua parte. “A Câmara tem de dar o exemplo e abrir mão de despesas como essa, que a distanciam ainda mais de seus representados”, afirmou.

Questionamento
“Enquanto estava valendo este procedimento até 2009, o PSDB usava muito, de todas as maneiras. Então eu não vejo porque, se até 2009 não questionava, vai questionar agora. Devia ter questionado naquele momento”, afirmou Cunha. Segundo ele, um dos deputados que mais pediu para garantir a passagem para cônjuges é do PSDB do Maranhão.

O Psol, o PSDB e o PPS já anunciaram que não pretendem fazer uso desse benefício.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Newton Araújo
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Por que 8 mil contas de brasileiros em paraíso fiscal não são notícia no ‘JN’?

Desde segunda-feira, os telejornais do mundo inteiro noticiaram o escândalo mundial do banco HSBC ter ajudado milionários e criminosos a sonegar impostos em seus países, usando sua filial na Suíça. Mas no Jornal Nacional da TV Globo, nenhuma palavra sobre o assunto

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Por Helena Sthephanowitz, na RBA

Desde segunda-feira, os telejornais do mundo inteiro noticiaram o escândalo mundial do banco HSBC ter ajudado milionários e criminosos a sonegar impostos em seus países, usando sua filial na Suíça. Mas no Jornal Nacional da TV Globo, nenhuma palavra sobre o assunto.

Não se pode dizer que a notícia é apenas de interesse estrangeiro, pois 8.667 correntistas são associados ao Brasil, despontando como a quarta maior clientela.

O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco Filho, por exemplo, confessou em depoimento à Polícia Federal, ter mantido dinheiro de propinas neste HSBC Suíço durante um período.

No Brasil, não é só a TV Globo que parece desinteressada nesta notícia. O resto da imprensa tradicional brasileira também reluta em divulgar até nomes que já saíram na imprensa estrangeira.

Um portal de notícias de Angola noticiou a presença na lista da portuguesa residente no Brasil, Maria José de Freitas Jakurski, com US$ 115 milhões, e do empresário que detém concessões de ônibus urbanos no Rio de Janeiro, Jacob Barata, com US$ 95 milhões. A notícia traz dores de cabeça também para o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB-RJ), pois Barata é chamado o “rei dos ônibus” e desde junho de 2013 é alvo de protestos liderados pelo Movimento Passe Livre.

O dinheiro nas contas pode ser legítimo ou não. No caso de brasileiros, a lei exige que o saldo no exterior seja declarado no Brasil e, se a origem do dinheiro for tributável, que os impostos sejam devidamente pagos, inclusive no processo de remessa para o exterior. Porém é grande a possibilidade de esse tipo de conta ser usada justamente para sonegar impostos, esconder renda, patrimônio e dinheiro sujo vindo de atividades criminosas. O próprio HSBC afirma que mudou seus controles de 2007 para cá, e 70% das contas na Suíça foram fechadas.

A receita federal Inglaterra, onde fica a matriz do HSBC, identificou 7 mil clientes britânicos que não pagaram impostos. A francesa avaliou que 99,8% de seus cidadãos presentes na lista praticavam evasão fiscal. Na Argentina, a filial do HSBC foi denunciada em novembro de 2014, acusada de ajudar 4 mil cidadãos a evadir impostos. Segundo a agência de notícias Télam, o grupo de mídia Clarín (uma espécie de Organizações Globo de lá) tem mais de US$ 100 milhões sem declarar.

Os dados de mais de 100 mil clientes com contas entre 1988 e 2007 foram vazados pelo ex-funcionário do HSBC Herve Falciani. O jornal Le Monde teve acesso e compartilhou com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês), formado por mais de 140 jornalistas de 45 países para explorar as informações e produzir reportagens, compondo o projeto SwissLeaks.

No Brasil, o jornalista Fernando Rodrigues do portal UOL é quem detém a lista e deveria revelar o que encontrou. Porém sua postura tem sido mais de esconder do que de revelar o que sabe. Segundo ele, revelará nomes que tiverem “interesse público” (portanto, independentemente da licitude) ou nomes desconhecidos sobre os quais venham a ser provadas irregularidades.

Mas o próprio Rodrigues disse que há nomes conhecidos de empresários, banqueiros, artistas, esportistas, intelectuais e, até agora, praticamente não publicou nenhum. Nem o de Jacob Barata, de claro interesse jornalístico. Só publicou dois nomes já divulgados no site internacional do SwissLeaks (contas do banqueiro falecido Edmond Safra e da família Steinbruch), o de Pedro Barusco, também já divulgado antes, e de outros envolvidos com a Operação Lava Jato, como Julio Faerman (ex-representante da empresa SBM), o doleiro Raul Henrique Srour, e donos da Construtora Queiroz Galvão.

Rodrigues não publicou nenhum nome de artista, esportista, intelectual, político ou ex-político, contradizendo sua política editorial de revelar tudo que seja de interesse público. Jornalistas do ICIJ de outros países divulgaram os nomes de celebridades, políticos, empresários. Há atores, pilotos de Fórmula 1, jogadores de futebol, o presidente do Paraguai etc.

A cautela no Brasil é contraditória com o jornalismo que vem sendo praticado pela imprensa tradicional de espalhar qualquer vazamento, sem conferir se tem fundamento, quando atinge alguém ligado ao governo da presidenta Dilma Roussef ou ao Partido dos Trabalhadores. Esta blindagem de não publicar o que sabe só costuma ser praticada quando há nomes ligados ao PSDB ou ligados aos patrões dos jornalistas e grandes anunciantes.

Um caso recente não noticiado pela mídia tradicional foi o discurso em 29 de abril de 2013 do ex-deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), no plenário da Câmara, em que disse sobre um dos donos da TV Globo: “(…) O Sr. João Roberto Marinho deveria explicar porque no ano de 2006 tinha uma conta em paraíso fiscal não declarada à Receita Federal com mais de R$ 100 milhões (…)”. Tudo bem que o ônus da prova é de quem acusa, mas se fosse contra qualquer burocrata na hierarquia do governo Dilma, estaria nas primeiras páginas de todos os jornais e o acusado que se virasse para explicar, tendo culpa ou não.

O período que abrange o SwissLeaks, de 1988 a 2007, pega a era da privataria tucana e dos grandes engavetamentos na Procuradoria Geral da Republica, enterrando escândalos de grandes proporções sem investigações.

É só coincidência, mas o próprio processo de transferência do controle do antigo banco Bamerindus para o HSBC no Brasil se deu em 1997, durante o governo FHC. Reportagens da época apontaram que foi um “negócio da China” para o banco britânico.

Fonte: revistaforum.com.br

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PT E CNBB, 35 ANOS DE UNIÃO ESTÁVEL

Existem partidos políticos que se especializam em xingamentos. Chutam adversários sem dó nem piedade da canela para cima e da canela para baixo. São indulgentes apenas consigo mesmos. Afagam seus malfeitores e não há culpas que os leve a pedir desculpas. Na maioria, são pequenos partidos radicais, com militantes e dirigentes mal educados, rancorosos, socialmente desajustados. Há, no entanto, um grande partido que corresponde perfeitamente a essa descrição. Com tais métodos, chegou ao poder e governa o país há 12 anos (isso se não contarmos os últimos quatro de FHC durante os quais o PT influenciou fortemente decisões do governo).

Pois bem, observe as pautas petistas, suas reivindicações e as postulações dos grupos sociais que o partido comanda no estalar dos dedos e ao megafone. Examine a essência da ideologia da legenda nos textos que produz, no conteúdo de seus sites e nas resoluções de seus congressos. Procure identificar o rumo perseguido pelas proposições legislativas dos parlamentares do partido. Vejam com que tipo de governos e regimes se relacionam. Siga por essas trilhas e perceberá que o PT mantém com a Igreja Católica (que não se confunde com a CNBB) e com sua doutrina religiosa e moral uma relação de irredutível divergência e animosidade. A distância que separa o petismo da Igreja é intransponível.

No entanto… no entanto…, o Partido dos Trabalhadores e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, há 35 anos, vivem em união estável, garantidora não apenas de direitos, mas de afetos, regalias e privilégios. Todas as pastorais ditas sociais da CNBB trabalham ombro a ombro com o partido, de modo militante e diligente. Ao longo dos anos, quando o PT era oposição, os documentos da Conferência que tratavam de questões políticas e sociais atacavam os governos reproduzindo fielmente o discurso petista. O idioma era e prossegue sendo petista. Estridentes sutilezas que muitas vezes denunciei! Nas reuniões de pastoral a que compareci, regional e nacionalmente nos anos 80, falava-se muito mais de Lula e PT do que de Jesus Cristo e Igreja. Quando o PT chegou ao governo, esse mesmo Lula que os amigos leitores conhecem tão bem quanto eu, era apreciado pelos operadores da CNBB como um anjo do Senhor caído em Garanhuns por descuido dos principados celestes.

Passaram-se 12 anos e as coisas estão como se sabe. A última eleição transcorreu como se viu. A presidente enganou o eleitorado tanto quanto se assistiu. O partido e seus associados afundaram lá onde o olfato acusa. E a CNBB, na obscura alvorada do segundo mandato de Dilma, inicia a Campanha da Fraternidade de 2015 falando em Igreja e Sociedade, com destaque para os temas da corrupção e Reforma Política.

Ótimo, mas, corrupção de quem, senhores bispos? Nem um pio. Corrupção com sujeitos ocultos, em instâncias não sabidas, a sotto voce como diria o maestro Ricardo Muti. Corrupção tão impessoal e neutra quanto a voz passiva. A mesma instituição, primeiro atribuía a corrupção à infidelidade partidária e se empenhou nisso como se fosse a salvação da moralidade pública. Em seguida, mobilizou céus e terras por uma lei da ficha limpa (tremendo sucesso, não?). Agora, sem culpados nem fatos a discernir, e sem credenciais que a qualifiquem para propor temas de Direito Constitucional, Teoria do Estado e Sistemas Eleitorais, joga sobre a falta de uma reforma política a causa essencial das venalidades nacionais. Para extingui-la, põe na mesa uma proposta de reforma política e um oneroso plebiscito que são muito parecidos, mas muito mesmo, com o que o PT tirou da manga em 2013. E, por isso, tem total apoio desse partido.

Resumo da mensagem para o mau entendedor: temos corrupção porque a reforma política, apesar dos esforços petistas, não sai do papel. Assim, os corruptos e suas legendas emergem das barras dos tribunais e das delações premiadas e vão comandar o pretendido plebiscito sobre reforma política, numa espécie de Teoria Geral da Corrupção. Certamente eu também quero uma reforma política. Mas ela nunca será como proponham a CNBB, a OAB e o PT, porque, no fundo, politicamente, é tudo a mesma coisa.

Fonte: http://www.puggina.org

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Em 2014, TCU condenou gestores em R$ 13,4 milhões por irregularidades

Prestações de contas de convênios firmados com o governo federal foram os alvos das auditorias
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O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou, em todo o ano passado, 24 prefeitos e ex-prefeitos Amazonas por irregularidades na prestação de contas de convênios firmados com o governo federal. Esses gestores somam, juntos, R$ 13,4 milhões em multas e valores que deverão ser devolvidos aos cofres públicos.
O gestor que soma a maior condenação é o ex-prefeito de Boa Vista do Ramos, Elmir Lima Mota (PSD). Ele foi condenado a devolver R$ 3,7 milhões aos cofres públicos, além de multa de R$ 100 mil por não prestar contas da aplicação de recursos da educação repassados através do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), nos exercícios 2009 e 2010.
Segundo dados do processo (005.370/2013-2), disponíveis no TCU, Lima realizou vários saques em espécie sem apresentar qualquer comprovante de que os recursos foram aplicados, e, ainda, não existe qualquer indício de realização de licitações, processos de contratação direta, contratos, notas fiscais, ou ordens de pagamento. O valor dos saques variam de R$ 2,5 mil a R$ 152.345,80.
O ex-prefeito de Manacapuru Ângelus Cruz Figueira (PV) é o segundo gestor municipal com maior condenação. Ele foi condenado a devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos, além de multa de R$ 250 mil, por irregularidades praticadas em 2001, quando assumiu, temporariamente, a prefeitura, em um convênio de R$ 2,5 milhões firmado com o Ministério da Integração Nacional para obras de contenção de erosão e urbanização da Avenida Eduardo Ribeiro, no município.
Ele também foi condenado por aplicar recursos de outros convênios para concluir esta obra e apresentar um extrato falso como prova nos autos. Segundo dados do processo, Ângelus assinou cheques que foram debitados na conta específica do convênio, em favor da própria prefeitura, sem justificar sua aplicação. Em inspeção, o TCU identificou que recursos de um outro convênio firmado com a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) foram utilizados na obra.
O ex-prefeito de Autazes Wanderlan Penalber Sampaio também foi condenado, em 2014, a devolver aos cofres públicos R$ 1.014.075,12, além de multa de R$ 30 mil, por irregularidades na aplicação de recursos de convênio firmado com o governo federal para  a construção de um parque agropecuário no valor de R$ 1.055.000,00.
De acordo com dados do processo, em auditoria feita pelo TCU, foi constatado que apenas 0,82% da obra havia sido concluída. Mesmo assim, o ex-prefeito apresentou relatório ao TCU alegando a conclusão total da obra. A nova auditoria do TCU constatou o primeiro laudo da auditoria. Sampaio informou ao DIÁRIO, ainda ano passado, que a obra havia sendo concluída. Hoje, ele está recorrendo da decisão.
Segundo dados do TCU, o ex-prefeito de Lábrea Gean Campos de Barros (PMDB) obteve duas condenações, em 2014, por irregularidades em dois convênios, um de 2009 e  outro de 2010, ambos destinados à construção de calçada, meio-fio e sarjeta. No primeiro processo (001.560/2014), ele foi condenado a devolver R$ 100 mil aos cofres públicos e multa de R$ 30 mil. No segundo, foi condenado a devolver R$ 400 mil, além de multa de 100 mil.
O ex-prefeito de Tapauá Almino Gonçalves (PSD) tem a quinta maior condenação de 2014 no TCU. Ele foi condenado a devolver R$ 675,8 mil por não construir o sistema de esgotamento sanitário no município, conforme convênio firmado, em 2005, com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

 

Segundo dados do processo disponível no portal do TCU na internet, a Prefeitura de Tapauá recebeu, em 2005, R$ 1,029 milhão da Funasa para construção do sistema de esgotamento sanitário, mas não executou a obra.
Também estão entre os que foram condenados pelo TCU o prefeito de Autazes, José Thomé Filho (PMDB), o ex-prefeito de Novo Aripuanã Hilton Laborda Pinto (PMDB), o ex-prefeito do município de Maraã Gefferson Almeida de Oliveira (PTB) e o prefeito de Jutaí, Umberto Afonso Lasmar (PV).
O TCU ainda arquivou representação contra o ex-prefeito de Parintins Bi Garcia (PSDB) por irregularidades em obras de pavimentação no município e acatou representação contra o ex-prefeito de Careiro Joel Rodrigues Lobo,  por má aplicação de recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) do município, nos anos de 2008 a 2012.
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