Prefeito do Paraná vende carro de luxo para comprar ambulância

Prefeitura
O prefeito de Pinhão, na região central do Paraná, Dirceu de Oliveira, vendeu um carro de luxo, que servia apenas a ele para comprar uma ambulância nova para a cidade. O veículo usado pelo mandatário da cidade havia sido comprado pelo antigo gestor e valia cerca de R$ 180 mil. Além do valor do carro, os gastos com impostos somaram, em cinco anos, R$ 40 mil aos cofres públicos, mais R$ 35 mil em manutenção e outros R$ 38 mil com seguro. Já que não tem mais carro oficial, o prefeito vai usar, a partir de agora, um veículo cedido pela Câmara de Vereadores.Enquanto isso, a população da cidade ficava a mercê da única ambulância existente na cidade. O veículo, que pertencia à Defesa Civil, estava em uso há 16 anos e era cheio de problemas. Até as portas tinham dificuldades para abrir. “Foi trocar o luxo pelo necessário, se desfazer de uma coisa luxuosa, que era usada por poucos para um veículo de extrema necessidade”, afirma o prefeito.Para o Corpo de Bombeiros, que divide o uso da ambulância com a Defesa Civil, a nova unidade móvel tem todos os equipamentos necessários que faltavam ao antigo carro. “Ela tem equipamento de oxigênio fixo na viatura, ela tem o aspirador de secreções, tem macas adequadas para o atendimento”, explica o cabo Orivaldo Domingues.

Fonte: (CBN)

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ESCÂNDALO – Instrutores presos aprovavam motoristas inaptos para dirigir em Manaus

A ação que resultou na prisão dos suspeitos é fruto de investigações realizadas pela Polícia Civil há quatro meses

Manaus, 22 de julho de 2014

Treze instrutores foram presos por policiais civis na manhã desta segunda-feira, 21/07/14, no Centro de Treinamento do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-am). A ação que resultou na prisão dos suspeitos é fruto de investigações realizadas pela Polícia Civil há quatro meses. Segundo denúncias, os presos facilitavam a aprovação de motoristas inaptos para dirigir nas ruas. Os mandados de prisão foram contra 15 suspeitos, mas dois não foram localizados até agora. O centro de treinamento foi fechado temporariamente. Número de acidentes em Manaus é um dos maiores do país.

VEJA ABAIXO OS NOMES DOS PRESOS:

Ana Célia dos Santos, examinadora;

Armando Lima do Canto, examinador;

Calhieri Neto, examinador;

Carlos Rodrigues de Andrade, servidor do Detran;

Cristiano Barroso Albuquerque, instrutor;

Francisco Vieira, instrutor;

Guilherme Hugo Neto, examinador;

Jair de Matos Sampaio, examinador;

Juarez de Esteves Silvestre, examinador;

Marcos Aurélio Paulo dos Santos, instrutor;

Margareth de Souza, examinadora;

Patrício de Medeiros Pereira, ex-estagiário do Detran e suspeito de liderar o esquema;

Soliane Cardoso de Carvalho, examinadora.

Fonte – Portal Flagrante

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CORRUPÇÃO MATA: PILAR DE VIADUTO QUE CAIU TINHA 10 VEZES MENOS AÇO QUE O NECESSÁRIO

O viaduto Gurarapes em Belo Horizonte, desabou no último dia 3 de julho durante a Copa. A construção atingiu quatro veículos, matando duas pessoas. Outras 22 ficaram feridas.

viaduto

Belo Horizonte, 22/07/2014

A construtora Cowan, responsável pela execução da obra do viaduto Guararapes, que desabou em Belo Horizonte e deixou dois mortos no dia 3 de julho, informou nesta terça-feira (22), em entrevista coletiva, que falhas no projeto causaram a queda do elevado.

De acordo com as avaliações da empresa, faltou aço no bloco que deveria sustentar a estrutura. O calculista Catão Francisco Ribeiro, da Enescil Engenharia, explicou os erros cometidos no processo.

O bloco tinha um décimo da carga a que seria submetido. Foi milagre não ter caído antes. Os trabalhadores também corriam riscos.

Ainda conforme a Cowan, a Prefeitura de Belo Horizonte verificou e aprovou o projeto, que foi repassado à empresa pela Sudecap (Superintendência de Desenvolvimento da Capital) e “executado como determinado”.

Alça

Segundo o parecer da construtora, a alça do viaduto Guararapes, que permaneceu de pé após o desabamento e estava sendo escorada, pode cair a qualquer momento. Além de sofrer dilatação e deformação do concreto, a obra foi planejada com o mesmo erro que fez o elevado desabar.

Por isso, a companhia sugere que o tráfego não seja liberado na avenida Pedro 1º e que a área fique isolada. O diretor da unidade construtora da empresa, José Paulo Toller Motta, sugeriu a implosão da alça. Outras alternativas, como demolição ou recuperação, apresentam riscos. A decisão será da PBH.

O diretor afirmou ainda que não seria possível perceber a falha a tempo.

— A prefeitura entrega o projeto detalhado. Não se recalcula novamente todo o trabalho.

A administração municipal, de acordo com Motta, pretendia liberar o tráfego na Pedro 1º ainda nesta semana, mas teria sido alertada pela empresa. Em nota, a Secretaria Municipal de Obras, por meio da Sudecap, afirmou que “está analisando o relatório apresentado na tarde de hoje pela Construtora Cowan, para tomar as providências que julgar necessárias em relação ao viaduto Guararapes”.

Segundo estudo apresentado pela Cowan, a carga máxima no topo do pilar era de 2.265 toneladas, enquanto cada uma das 10 estacas deveria suportar 250 toneladas (totalizando 2.250 ton). Como a construtora usou apenas 1/10 da ferragem necessária, apenas duas estacas centrais (500 ton) receberam o peso total.

fonte: Portal R7

Leia mais:

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CHARGE: DEPOIS DA COPA…

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6º Concurso de Desenho e Redação da CGU

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Início das inscrições  01/01/2014 /// Fim das inscrições26/09/2014 Tema Acesso à Informação: Um direito de todos Em ano de Copa do mundo, eleições nacionais para Presidente e Governadores e manifestações populares em todo Brasil, nada mais oportuno do que levar … Continuar a ler

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Aprovado estatuto que garante poder de polícia às guardas municipais

Plenário do Senado

 O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a categoria passará a ter direito ao porte de arma e à estruturação em carreira única, com progressão funcional. O projeto, que tramitava em regime de urgência, será encaminhado à sanção presidencial. De acordo com o projeto, as guardas municipais terão poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, mas sua estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares. O Estatuto Geral das Guardas Municipais regulamenta dispositivo da Constituição que prevê a criação de guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. A guarda municipal deverá ainda colaborar com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas e contribuir para a pacificação de conflitos. Mediante convênio com órgãos de trânsito estadual ou municipal, poderá fiscalizar o trânsito e expedir multas.

Outra competência é encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime. A guarda municipal poderá ainda auxiliar na segurança de grandes eventos e atuar na proteção de autoridades. Ações preventivas na segurança escolar também poderão ser exercidas por essa corporação.

O projeto prevê igualmente a possibilidade de municípios limítrofes constituírem consórcio público para utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.

Antes de concluir a votação do projeto, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que sua aprovação representa um avanço e defendeu a alocação de mais recursos para a área de segurança pública.

Durante a discussão da matéria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concordou com a retirada de requerimento de sua autoria que solicitava o exame do projeto pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Também saudaram a aprovação do projeto os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Mário Couto (PSDB-PA), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Humberto Costa (PT-PE), Eduardo Braga (PMDB-AM), Paulo Paim (PT-RS), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES), Sérgio Petecão (PSD-AC), Eduardo Suplicy (PT-SP), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR) e as senadoras Ana Amélia (PP-RS), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Fonte: Agência Senado

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COMO AGEM OS SUGADORES DO PODER PÚBLICO

SAM_4388Farei aqui, um resumo resumido, de como agem os sugadores do poder público, aqueles que “administram” esquemas, cujo objetivo maior, é tirar o máximo de proveito dos recursos destinados para a administração pública.

Eles chegam devagarinho, oferecem seus serviços e para tudo, eles têm soluções e avisam, tudo “é legal”, dentro da lei e nada dá errado. Temos acesso em todos os órgãos fiscalizadores, temos contatos, etc.

Quando não se apresentam, são apresentados aos gestores…

Ao aceitar seus “serviços”, o gestor pode estar começando a assinar sua derrota e muitas “dores” de cabeça no futuro.

Esses “especialistas” são tão bem preparados que para tudo eles têm respostas, soluções. Eles têm uma centena de “empresas” que atuam em todos os ramos, dessa forma, eles vão, como tropas militares, “minando” e “dominando” toda a administração, de forma que em cada setor que julgam importante, eles “infiltram” um membro de sua “confiança”.

Depois dessa “tomada”, eles passam a ditar todas as normas e não aceitam interferências, venha de quem vier, pois até o gestor fica sob suas influências e assim, em muitos casos, se tornam reféns de seus atos.

O problema maior é que esses “especialistas” não deixam rastro, pois não assinam documentos, não deixam quaisquer documentos que possa comprometê-los no futuro, RESUMINDO: “Eles não existem”, nunca existiram, isso, quando a corda quebrar.

Por mais experiente que seja o gestor, eles o envolvem de forma tão profunda que muitos deles são encaminhados para um futuro que os deixará comprometidos ao ponto de perderem a “voz de comando e decisão”, quem decide são os “especialistas”.

O domínio é tão relevante e abrangente, que toda e qualquer “contratação”, em qualquer setor, seja avulsa ou por licitação, “eles” decidem, indicam, “MANDAM” e influenciam nos valores, indicam quem deve vencer e tudo já está previamente “organizado”, seja qual for o objeto da necessidade pública.

Então, se caso exista essas características em sua administração, cuidado, você está sendo “empurrado” para fazer parte da futura lista de enquadrados na Lei da Ficha Limpa. Ficará inelegível e terá que responder e justificar futuras interpelações dos órgãos fiscalizadores e logo, para a Justiça, com sérios danos morais a sua pessoa e prejuízo financeiro.

Fonte: blogdoaldemirdemaus.blogspot.com.br

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Empresas que fazem doações a campanhas devem respeitar Lei Anticorrupção

 

urna 2Empresas que pretendem fazer doações a campanhas políticas devem estar atentas aos procedimentos legais para não serem enquadradas pela lei Anticorrupção, em vigor desde janeiro desse ano. A Lei Anticorrupção responsabiliza e passa a permitir a punição de empresas envolvidas em atos de corrupção contra a administração pública nacional ou estrangeira. A Lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em agosto do ano passado. O Consultor em Gestão Empresarial, Jerri Ribeiro, diz que a Lei cria um impacto positivo no empresariado, em como se relacionar com os entes públicos.

Focada no corruptor, a legislação determina que as companhias devolvam aos cofres públicos os prejuízos causados por atos ilícitos, além de estipular a aplicação de multas e até o fechamento delas em casos mais graves. As empresas envolvidas em fraudes serão alvos de processos civis e administrativos e podem pagar multa de 0,1% a 20% do faturamento anual bruto, e quando não for possível calcular essa receita, o valor pode ser estipulado por um juiz e variar entre R$ 6 mil e R$ 60 milhões. ​Ainda de acordo com o consultor, as empresas que pretendem fazer doações a campanhas devem estar atentas aos seguintes procedimentos.

As companhias também serão responsabilizadas por atos ilícitos dos seus funcionários, ao contrário do que ocorre hoje.

Com a nova lei anticorrupção em vigor, a demanda é por um alto grau de profissionalismo a todos os que atuam em nome da pessoa jurídica, seja, colaboradores diretos ou prestadores de serviços, e não somente no período das eleições

Fonte: bandnewsfmcuritiba.com

 

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